sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Seu Peso Ideal!!!


IMC - Um indicador importante
Um indicador importante é o Índice de Massa Corporal, o IMC que mede seu peso em ralação à sua altura. Você pode fazer esse cálculo dividindo seu peso, em kilos, pela altura, em metros quadrados. Por exemplo, uma pessoa pesa 50 kilos e mede 1 metro e 60 centímetros. Utilizando a calculadora, basta dividir o número 50, que é o do peso por 1,6 da altura. esse resultado é dividido novamente por 1,6. O Índice de Massa Corporal dessa pessoa é 19,5 kilos por metro quadrado. Para a maioria dos adultos um Índice de Massa Corporal entre 18.5 e 24.9 é considerado suadável. Entre 25 e 29.9 já pe considerado sobrepeso e requer um pouco de atenção e acima de 30 já é considerado obesidade. É muito importante saber que além do excesso de peso, a localização da gordura corporal também representa um risco à saúde. Se você carrega gordura na região abdominal, ao redor da cintura, estará mais propenso a desenvolver problemas de saúde do que se a maior parte da gordura estivesse nas coxas e quadris. Por isso, dizemos que tão ou mais importante que o pero, é a medida da cintura do indivíduo. Essa circunferência está relacionada com a quantidade de gordura que temos dentro do abdômen. Para homens,  amedida da cinstura desejada é de até 94 centimetros e oara as mulheres, é de até 80 centímetors. Isso vale mesmo se o o seu Índice de Massa Corporal estiver na faixa considerável normal. 

Dr Nataniel Viuniski
Médico, Nutrólogo e Conselheiro Herbalife



quinta-feira, 17 de março de 2011

Fabio Barros Personal Training


Apresentação 
Atendimento e acompanhamento é especializado com maior atenção na supervisão e correção dos exercícios, possibilidade de variação de modalidades e atividades de exercícios, comodidade na escolha e variações de locais para execução das aulas, escolha de horários compatíveis com a disponibilidade e rotina diária do cliente, elaboração de programas com objetividade e eficiência atendendo as expectativas do cliente e sua individualidade biológica, além de maior motivação causada pela presença do Personal para os dias de indisposição e falta de vontade para exercitar-se.
Missão
   Excelência em atendimento, oferecendo atividade física especializada, com qualidade eficiente, visando à garantia de um futuro com Saúde, Condicionamento Físico e Bem-Estar  por meio dos meus Programas de Exercícios Físicos e Lazer.
Visão
   Promover uma mudança de comportamento, gerando uma cultura acerca da importância da atividade física para a saúde da população, tendo como princípios:
·         Responsabilidade;
·         Ética
·         Transparência
·         Compromisso com o cliente;
·         Modernidade através de técnicas utilizadas;
·         Eficiência profissional;
·         Exclusividade de forma a proporcionar a obtenção de resultados seguros e pretendidos.


  Benefícios
      ·         Atendimento e acompanhamento exclusivo, diminuindo os riscos de lesões por movimentos errôneos;
      ·         Motivação e incentivo para prática dos exercícios;
      ·         Objetividade, segurança e eficiência na elaboração dos programas de treinamento;
      ·         Resultados mais rapidamente atingidos;
      ·         Horários compatíveis com a disponibilidade e rotina diária dos alunos;
      ·         Promoção da conscientização quanto aos benefícios e alterações na qualidade de vida do aluno no quadro de saúde, em sua produtividade profissional e em suas atividades diárias.

Exclusivos
      ·    Portifólio de Treinamento
      ·   Avaliações Físicas
      ·   Taxas Gratuitas
      ·   Orientação Nutricional
      ·   Camiseta
      ·   Toalha
      ·   Squeeze


Local
      Distrito Federal - Brasil



Fábio Alves de Barros
Personal Trainer CREF7 04208-G/DF
fabiobarrosf12@hotmail.com
61 8631 0701

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

BCAA

Aminoácidos de Cadeia Ramificada



Neste artigo estudaremos o conceito de BCAA (aminoácidos de cadeia ramificad), seus benefícios propostos e algumas evidências segundo diversos autores sobre seus efeitos principalmente na Resistência Aeróbia (Endurance) e Hipertrofia (aumento da proteína muscular), além de de divulgar este suplemento alimentar totalmente ético e segundo as fontes, até então, muito benéfico para atletas e pessoas ativas simplesmente, praticantes de atividades aeróbicas e musculação. 
Os aminoácidos de cadeia ramificada, popularmente conhecidos como BCAAs, sigla derivada de sua designação em inglês Branched Chain Amino Acids, compreendem 3 aminoácidos essenciais: leucina, isoleucina e valina, encontrados, sobretudo em fontes protéicas de origem animal (HENDLER & RORVIK, 2001). Apesar destes aminoácidos não serem considerados a principal fonte de energia para o processo de contração muscular, sabe-se que estes atuam como importante fonte de energia muscular durante o estresse metabólico. Neste contexto, estudos têm mostrado que nestas situações a administração de BCAAs, particularmente a leucina, poderia estimular a síntese protéica e diminuir o catabolismo protéico muscular (BLOMSTRAND & SALTIN, 2001). Além dos possíveis efeitos ergogênicos no metabolismo protéico muscular, outros têm sido sugeridos: retardar a ocorrência de fadiga central (NEWSHOLME & BLOMSTRAND, 2006), aumentar o rendimento esportivo (MADSEN et al 1996), poupar os estoques de glicogênio muscular e aumentar os níveis plasmáticos de glutamina após o exercício intenso (BLOMSTRAND & SALTIN, 2001).
A suplementação destes aminoácidos é muito comum entre atletas de endurance e praticantes de musculação, sendo impulsionada pela descoberta científica de que eles são prioritariamente oxidados durante atividades físicas. Atualmente existem algumas suposições quanto aos efeitos da suplementação de BCAA:
Hipóteses:
- os BCAAs competem com o triptofano na passagem pela barreira sangue-cérebro podendo, desta forma, atenuar a fadiga central.
- a suplementação de BCAA evitaria que se usasse a reserva muscular de aminoácidos, diminuindo o catabolismo e ajudando, assim, na hipertrofia.

BCAA e síntese protéica muscular
Estudos com suplementação de aminoácidos de cadeia ramificada demonstram que essa estratégia nutricional pode ser efetiva na promoção do anabolismo(crescimento) protéico muscular e diminuição da lesão muscular pós-exercício. No processo de síntese protéica muscular, destaca-se, entre os aminoácidos de cadeia ramificada, a leucina, que induz a estimulação da fosforilação de proteínas envolvidas no processo de iniciação da tradução do RNA mensageiro, o que desse modo, contribui para a estimulação da síntese protéica (ROGERO & TIRAPEGUI, 2007).
Cabe ressaltar que a administração oral de leucina produz um ligeiro e transitório aumento na concentração de insulina plasmática, fato este que também estimula a síntese protéica (ROGERO & TIRAPEGUI, 2007).

BCAA e fadiga central
A fadiga decorrente do exercício físico é um fenômeno complexo cujas causas parecem depender do tipo, intensidade e duração do exercício (FITTS, 1994). Para efeito de discussão, a fadiga pode ser definida como um conjunto de manifestações produzidas por trabalho ou exercício prolongado, que tem como conseqüência redução ou prejuízo na capacidade funcional de manter ou continuar o rendimento esperado (ROSSI & TIRAPEGUI, 2000). Na fadiga central, os mecanismos relacionados à ocorrência seriam a hipoglicemia e a alteração plasmática na concentração de aminoácidos de cadeia ramificada e triptofano (NEWSHOLME & BLOMSTRAND, 2006).
O triptofano é um aminoácido essencial, tanto para homens como animais. Entre suas diversas funções está a de precursor do neurotransmissor serotonina, o que influencia no sono, comportamento, fadiga, ingestão alimentar, entre outros. O triptofano pode ser encontrado na corrente sangüínea na forma livre (10%) ou ligado a proteínas transportadoras (90%). Em exercícios de longa duração, o organismo passa a utilizar os lipídeos como fonte de energia, fazendo assim com que o triptofano possa circular em grande quantidade na forma livre pela corrente sangüínea. Assim, quando a existe grande quantidade circulante deste aminoácido, possivelmente ocorre uma maior síntese do neurotransmissor serotonina, um dos grandes responsáveis pela ocorrência da fadiga central. A suplementação de BCAAs tem sido sugerida na hipótese de competir com o triptofano livre na corrente sangüínea, diminuindo assim a síntese de serotonina e consequentemente prevenindo a ocorrência de fadiga central (ROSSI & TIRAPEGUI, 2004).

Atividades de Resistência
Os ácidos graxos, assim como o triptofano, são transportados pela albumina. Durante a realização de exercícios prolongados ocorre grande mobilização de ácidos graxos, que conseqüentemente se ligam a uma grande quantidade de albumina, deixando menos dela para carregar triptofano e aumentando a quantidade de triptofano livre. Como conseqüência, maiores quantidades deste aminoácido atravessam a barreira sangue-cérebro; no cérebro o triptofano participa da formação de serotonina, hormônio que causa sonolência. Os BCAAs agiriam competindo com o triptofano pela entrada no cérebro, permitindo que menores quantidades deste aminoácido entrassem, havendo, desta forma, menor formação de serotonina (BLOMSTRAND 2001). Porém fica uma pergunta: quem disse que a serotonina é prejudicial à performance? 
Um estudo dinamarquês comparou três situações: ingestão de carboidrato, carboidrato+BCAA e placebo na performance do teste de 100 km em indivíduos treinados. Neste estudo houve controle da alimentação, estado de treinamento e treinamento realizado antes do teste. Antes e durante o experimento os atletas eram alimentados com uma das três bebidas. Ao final do estudo, não houve diferença na performance entre as três situações, com os níveis de glicose e lactato se mantendo similares em todos os testes, apesar dos níveis de triptofano serem maiores no grupo placebo e os de BCAA maiores na suplementação destes aminoácidos (MADSEN et al, 1996). Um dado interessante deste estudo é que ele envolveu um jejum de apenas 4 horas, enquanto a maioria dos estudos a favor do BCAA envolve períodos superiores a 12 horas, o que é uma situação pouca prática (não conheço ninguém que passaria a metade do dia sem comer e se meteria a pedalar 100 quilômetros, ou que simplesmente correria até não conseguir mais). Sem falar que a ingestão de qualquer coisa deve ser, no mínimo, melhor que nada, após longos períodos de jejum.
Em 1995, VAN HALL et al conduziram uma pesquisa onde se suplementou triptofano ou BCAA em ciclistas. Quando se suplementou triptofano, a quantidade livre deste aminoácido aumento 20 vezes. No entanto não houve diferença entre os grupos (triptofano X BCAA) na perfomance de um teste até a exaustão a 70-75% do VO2máx. Como provar a teoria da competição com o triptofano se nem mesmo um aumento de 20 vezes a quantidade deste aminoácido prejudica a performance? Se fossemos estabelecer uma correlação linear, poderia-se inferir que os indivíduos estariam 20 vezes mais sonelentos, porém no estudo de VAN HALL não foi relatado nenhum caso de ciclistas dormindo durante o teste.
DAVIS et al (2000) parecem estar certos ao afirmar que apesar de haver uma base teórica aparentemente convincente, não há dados suficientes para comprovar os efeitos positivos da suplementação de BCAA na fadiga. Por mais que haja estudos em animais a favor do uso de BCAA em atividades de resistência, as pesquisas em humanos envolvem erros metodológicos que nos fazem questionar sua validade, desta forma com é difícil questionar HARGREAVES & SNOW (2001) quanto eles afirmam que o uso de BCAA não parece afetar a fadiga em exercícios prolongados. 
Extistem também outras propostas para o uso de BCAA em atletas de endurance. Pesquisadores brasileiros (dentre eles os autores do livro "Hipertrofia e Hiperplasia") realizaram um estudo para verificar os efeitos da suplementação de BCAA em fatores imunológicos, a hipótese é de que esta prática reverteria os efeitos negativos que as atividades extenuantes exercem nos níveis de glutamina, (fato verificado por MADSEN et al em 1996). Realmente isto foi verificado: ao final do Triatlo Internacional de São Paulo, os atletas que receberam a suplementação de BCAA mantiveram os níveis plasmáticos de glutamina constantes, já os que receberam placebo tiveram uma redução de 22,8%. Os autores ligam este benefício a um menor risco de infecções (BASSIT et al, 2000). (para saber mais sobre o assunto leia o artigo sobre Glutamina).

Musculação
Como os aminoácidos de cadeia ramificada são oxidados pelo músculo, supõe-se que sua suplementação atenue a degradação protéica que normalmente ocorre durante os processos de obtenção de energia. Desta forma, muitos praticantes de musculação têm usado BCAA para auxiliar no processo de ganho de massa muscular, por acreditar em uma diminuição do catabolismo. Nesse sentido, pesquisadores da University of Tasmania, verificaram que a suplementação de BCAA (+/- 12 g/dia durante 14 dias) atenua os níveis de indicadores de danos musculares durante o exercício prolongado (COOMBES & McNAUGHTON, 2000), porém falta saber o real significado deste resultado.
Mas, de fato, existem algumas evidências para o efeito anticatabólico dos BCAAs. BUSE deixou um grupo de ratos em jejum por dois dias e em seguida injetou, por seis horas, as seguintes infusões nos roedores: salina (placebo), glicose ou BCAA+glicose. De acordo com os resultados, os ratos que receberam os BCAAs tiveram melhor retenção de tirosina, indicando um papel do BCAA na manutenção da massa muscular (BUSE, 1981). Os resultados são interessantes, mas a generalização do protocolo para humanos é muito complicada: 1) se dois dias de jejum já é muita coisa para humanos, imagina para ratos! 2) imagina o que significaria na cronologia do organismo humano, o equivalente a seis horas de infusão de BCAAs!?! 3) a mistura de BCAA+glicose gerou um fornecimento de uma maior quantidades de calorias, o que, por si só, já pode influenciar o metabolismo. Desta forma eu acho que o estudo é um exemplo interessante, mas com suas limitações não deve ser parâmetro para os praticantes de musculação.
Um estudo publicado em 1975 por FULKS et al, verificou que os aminoácidos de cadeia ramificada tem efeitos anticatabólicos e anabólicos em preparações in vitro de músculos do diafragma de ratos (o que parece um pouco distante de nossa realidade). Outro estudo interessante foi feito 20 depois na Yale University School of Medicine, onde se comparou os efeitos da infusão de BCAAs e a de placebo em seres humanos em jejum (LOUARD et al, 1995), porém novamente há problemas com a generalização, pois a infusão durou 16 horas, e os indivíduos do grupo placebo ficavam em jejum enquanto os outros recebiam os BCAA no sangue. Realmente nesse caso eu tenho que dar o braço a torcer, em níveis de metabolismo, eu preferiria tomar BCAA na veia que passar 16 horas sem comer, porém, felizmente, essa não é uma escolha que tenhamos que fazer no dia a dia. Obviamente que ocorreria uma diminuição no catabolismo com a infusão de BCAA, pois o grupo experimental possuia nutrientes na circulação enquanto o outro, apenas uma infusão salina sem valor calórico.
Ao BCAA também são propostas alterações endócrinas positivas. Um estudo italiano procurou verificar o efeito de um mês de suplementação de BCAA nos níveis de lactato, GH e proteína receptora de GH (GHBP). Os níveis de lactato pós-exercício foram menores durante a suplementação, porém as diferenças entre os níveis de GH e GHBP pré e pós-tratamento não foram significativas. Mesmo assim, os autores sugerem que as alterações (não significativas) nos níveis de GH podem melhorar a atividade muscular através da síntese protéica (DE PALO et al, 2001).

Outras evidências
Não há evidencias de que a suplementação com BCAAs exerça efeito significativo sobre o rendimento físico e metabolismo de carboidratos, uma vez que os resultados dos estudos são conflitantes. Em contraste, foi verificado que a suplementação com BCAAs promove aumento significativo nos níveis plasmáticos de glutamina no período de recuperação (pós-exercício), uma vez que servem de substrato para a síntese deste aminoácido (BLOMSTRAND et al, 1995). Parece não haver necessidade para a ingestão de BCAAs, antes e durante o exercício, como estratégia para melhorar o desempenho esportivo. Contudo, a ingestão de aminoácidos, em particular de BCAAs, pode trazer benefícios de outra natureza, tais como a redução do catabolismo protéico durante o esforço e/ou durante a recuperação.
O uso de BCAAs é considerado ético. Os principais efeitos adversos relatados com o uso do suplemento, especificamente com altas doses, são: desconforto gastrintestinal, como diarréia, além de comprometer a absorção de outros aminoácidos (WILLIAMS, 1998).
Referências Bibliográficas
BASSIT RA, SAWADA LA, BACURAU RF, NAVARRO F, COSTA ROSA LF. The effect of BCAA supplementation upon the immune response of triathletes. Med Sci Sports Exerc 2000 Jul;32(7):1214-9.
BLOMSTRAND, E. Amino acids and central fatigue. Amino Acids 2001;20(1):25-34.
BLOMSTRAND, E. et al. Effect of branched-chain amino acid and carbohydrate supplementation on the exercise-induced change in plasma and muscle concentration of amino acids in human subjects. Acta Physiologica Scandinavica, v.153, p.87-96, 1995.
BLOMSTRAND, E.; SALTIN, B. BCAA intake affects protein metabolism in muscle after but not during exercise in humans. American Journal of Physiology – Endocrinology and Metabolism, v.281, n.2, p.E365-E374, 2001.
BUSE MG. In vivo effects of branched chain amino acids on muscle protein synthesis in fasted rats. Horm Metab Res 1981 Sep;13(9):502-5.
COOMBES JS, MCNAUGHTON LR. Effects of branched-chain amino acid supplementation on serum creatine kinase and lactate dehydrogenase after prolonged exercise. J Sports Med Phys Fitness 2000 Sep;40(3):240-6.
DAVIS JM, ALDERSON NL, WELSH RS. Serotonin and central nervous system fatigue: nutritional considerations. Am J Clin Nutr 2000 Aug;72(2 Suppl):573S-8S.
DE PALO EF, GATTI R, CAPPELLIN E, SCHIRALDI C, DE PALO CB, SPINELLA P. Plasma lactate, GH and GH-binding protein levels in exercise following BCAA supplementation in athletes. Amino Acids 2001;20(1):1-11. 
FITTS, R.H. . Physiological Reviews, v.74, n.1, p.49-94, 1994.
FULKS RM, LI JB, GOLDBERG AL. Effects of insulin, glucose, and amino acids on protein turnover in rat diaphragm. J Biol Chem 1975 Jan 10;250(1):290-8. 
HARGREAVES MH, SNOW R. Amino acids and endurance exercise. Int J Sport Nutr Exerc Metab 2001 Mar;11(1):133-45. 
HENDLER, S.S.; RORVIK, D. PDR for nutritional supplements. Medical Economics, 2001.
LOUARD RJ, BARRETT EJ, GELFAND RA Overnight branched-chain amino acid infusion causes sustained suppression of muscle proteolysis. Metabolism 1995 Apr;44(4):424-9.
MADSEN K, MACLEAN DA, KIENS B, CHRISTENSEN D. Effects of glucose, glucose plus branched-chain amino acids, or placebo on bike performance over 100 km, J Appl Physiol . 81(6): 2644-2650, 1996.
MADSEN, K. et al. Effects of glucose, glucose plus branched-chain amino acids, or placebo on bike performance over 100 km. Journal of Applied Physiology, v.81, n.6, p.2644-2650, 1996.
NEWSHOLME, E.A.; BLOMSTRAND, E. Branched-chain amino acids and central fatigue. Journal of Nutrition, v.136, n.1, p.274S-6S, 2006.
ROGERO, M.M.; TIRAPEGUI, J.O. Aminoácidos de Cadeia Ramificada, Balanço Protéico Muscular e Exercício Físico. Nutrição em Pauta, v.83, p.28-34, 2007.
ROSSI, L.; TIRAPEGUI, J.O. Aminoácidos: bases atuais para sua suplementação na atividade física. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v.36, n.1, p.37-51, 2000.
ROSSI, L.; TIRAPEGUI, J.O. Implicações do sistema serotoninérgico no exercício físico.Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia, v.48, n.2, p.227-233, 2004.
VAN HALL G, RAAYMAKERS JSH, SARIS WGM, WAGENMAKERS AJM. Ingestion os branched-chain amino acids and tryptophan during sustained exercise in man: failure to affect performance. J of Physiol 486(3):789-794, 1995
WILLIAMS, M.H. The ergogenic edge: pushing the limits of sports performance. Human Kinetics, 1998.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Futebol

Qual é a sua Posição?
Sua característica física poderá definir sua posição dentro do Campo de Futebol. Não sabe sinceramente qual é a melhor posição para você? Bem, eu tive exatamente o mesmo problema quando comecei a jogar futebol passando por zagueiro, volante e atacante, e você também pode ter o mesmo problema. Decidi ser goleiro por fim. Se você trabalhar duro para isso, você pode até se tornar até um profissional! Neste artigo procuro trazer de maneira bem clara as caracterísiticas específicas de cada posição no futebol considerando aspectos físicos, técnicos, táticos e psicológicos de forma bem sucinta desenvolvendo a capacidade de se conhecer melhor dentro do Futebol considerando em sua totalidade suas características individuais. Tais características, diga-se de passagem, precisará de uma atenção específica por parte do treinador e por parte sua também, pois dependendo das suas condições físicas até o seu treinamento também será específico, ou seja, para cada posição no futebol existe um treinamento específico. Cunha (2005).
Identidade
Para ajudar você a identificar seus pontos fortes e pontos fracos, aqui estão alguns exemplos:
Goleiro - Boa coordenação motora, tempo de resposta, capacidade de segurar bolas fortes, não ter medo de sofrer ferimentos leves e graves e ser alto.
Zagueiro - Forte, alto, bom posicionamento e senso de que não pode ir ao ataque.
Lateral - Não precisa ser alto, mas tem que ter uma condição física privilegiada, estar em boa forma, precisa de rapidez, e boa capacidade de tocar a bola.
Volante - Forte, precisa ter boa noção de cobertura e de marcação.
Meio - campista - Tem que ser muito bom em passes, gostar de se movimentar bastante. Não precisa saber chutar bem, porém é bom ter uma boa velocidade para puxar contra-ataques.
Atacante - Tem que chutar bem, ser ágil, saber dominar a bola, e saber girar sobre o zagueiro. É bom saber driblar, porém não é totalmente necessário.

Características especificas em diferentes posições no futebol
    Para Cunha (2005) o futebol é uma das modalidades esportivas que apresenta a maior dificuldade para a sua caracterização com relação ao esforço físico requerido apresentando características particulares em cada movimento.
    O futebol é um jogo extremamente complexo do ponto de vista fisiológico, com ações específicas que evidenciam um tipo específico de esforço de grande diversidade e que, em termos metabólicos, utiliza-se de fontes energéticas claramente distintas. Então o jogador de futebol, dada à natureza intermitente do seu esforço e ampla faixa de intensidades que o caracteriza, tende privilegiar no seu treino aspectos tão distintos como o desenvolvimento da força explosiva, da velocidade, da resistência anaeróbia e da resistência aeróbia (SANTOS; SOARES, 2001).
    Para Barbanti (1996) o futebol é uma modalidade esportiva intermitente, com constantes mudanças de atividades, além das mudanças entre repouso e períodos de baixa e alta intensidade, variam com a forma individual de jogar; esta se encontra intimamente ligada com a posição do jogador em campo. A imprevisibilidade dos acontecimentos e ações durante uma partida exige que os atletas estejam preparados para reagir aos mais diferentes estímulos, da maneira mais eficiente possível.
    Existem características fisiológicas especificas para o futebol; as posições também apresentam características e demandas fisiológicas diferenciadas que variam com a taxa de trabalho de cada posição (BARBANTI, 1996).
    De acordo com Barros Neto (2002) não há apenas um modelo de desempenho atlético que sirva para descrever as ações em campo de típico jogador de futebol, mas sim vários modelos, com características bem distintas conforme a posição em que o esportista atua. A especificidade crescente das tarefas executadas em cada função do futebol moderno: atacantes, meio-de-campo com funções ofensivas, volantes com ações mais defensivas, lateral que cobre um dos lados do campo, zagueiro e goleiro, requer jogadores com qualidades físicas nitidamente diferentes.
    Balikian et al (2002) relata que o deslocamento dos jogadores durante as partidas é determinado pelo sistema tático da equipe e posicionamento do jogador em campo, sugerindo que dependendo da função tática que exerce no time, cada jogador possui um nível de solicitação metabólica, que consequentemente gera adaptações diferenciadas nos processos de produção de energia.
    Para Santos Filho (2002) as características próprias do futebol, apresentam um nível heterogêneo das capacidades físicas e da tipologia física de cada jogador variando conforme cada posição no jogo, como goleiros e os zagueiros que geralmente são mais altos do que os jogadores de outras posições.
    Melo (1997) define que os atletas de futebol possuem características físicas especificas por posição.
    Santos Filho (2002) define cada posição com características físicas, técnicas, táticas e psicológicas:

Quadros de Especificidades
Quadro 1. Dados referentes às características especificas dos goleiros.
Goleiros
Características físicas: elasticidade, flexibilidade, resistência, equilíbrio, coordenação, velocidade de reação e agilidade.
Características técnicas: visão panorâmica, firmeza, habilidade com a bola, caídas, rolamentos, recuperação e reposição de bola com as mãos e pés.
Características táticas: posicionamento, comando, entrosamento com os companheiros, reposição de bola em tiros de meta ou com a bola em jogo.
Características psicológicas: liderança, coragem, concentração, responsabilidade, atenção, determinação, tranqüilidade e confiança.

Quadro 2. Dados referentes às características especificas dos laterais.
Laterais
Características físicas: resistência, velocidade, coordenação e agilidade.
Características técnicas: desarme antecipação, domínio de bola, domínio de espaços, precisão, nos passe e cruzamentos e recuperação.
Características táticas: entrosamento com os companheiros, noção de cobertura e colocação.
Características psicológicas: coragem, determinação, agressividade, iniciativa e o controle emocional.

Quadro 3. Dados referentes às características especificas dos zagueiros.
Zagueiros
Características físicas: resistência, força, coordenação, flexibilidade, impulsão e agilidade.
Características técnicas: cabeceio, manejo de bola, antecipação, desarme e entrega de bola.
Características táticas: entrosamento com os companheiros, sentido de cobertura e domínio de espaço.
Características psicológicas: liderança, determinação, coragem, maturidade, tranqüilidade, controle emocional e decisão.

Quadro 4. Dados referentes às características especificas dos meias.
Meias
Características físicas: resistência aeróbia, força, coordenação, agilidade e velocidade de reação.
Características técnicas: desarme antecipação, recuperação, habilidade com a bola, visão panorâmica e de profundidade, drible ofensivo, passe, sentido de penetração e de cobertura.
Características táticas: entrosamento com os companheiros, visão de jogo, domínio de ataque e defesa, sentido de penetração e cobertura.
Características psicológicas: combatividade, determinação, poder de decisão, coragem e persistência.

Quadro 5. Dados referentes às características físicas especificas dos atacantes.
Atacantes
Características físicas: força, resistência, impulsão, agilidade, coordenação e velocidade de reação.
Características técnicas: manejo de bola, cabeceio, drible em profundidade, penetração, finalização e visão panorâmica.
Características táticas: colocação, entrosamento com os companheiros, noções de impedimento e criação de espaços, movimentação e finalização.
Características psicológicas: coragem, agressividade, personalidade, iniciativa, determinação e decisão.

A Prova Corporal
Composição corporal nas diferentes posições do futebol

Quadro 6. Dados referentes às características de jogadores de diferentes posições
Posições
Estatura
MC
% Gord.
Massa gorda
Massa magra
Goleiros
1,88 m
83,9 kg
12,47
10,60 Kg
74,18
Zagueiros
1,83 m
83,9 kg
11,59
8,38 Kg
69,07
Laterais
1,75 m
69,7 kg
11,19
8,26 Kg
62,41
Meias
1,76 m
70,8 kg
11,53
8,05Kg
62,41
Atacantes
1,77 m
72,5 kg
11,47
8,14 Kg
64,01

Explicações
Com a evolução natural da performance desportiva, todas as variáveis relacionadas aos atletas e a modalidade de alto rendimento passam a ser observadas como fatores condicionantes para a melhora do rendimento individual e coletivo.
    Viana et al (1987) afirma que além das variáveis físicas, técnicas, táticas e psicológicas, as análises antropométricas também se tornam imprescindíveis para melhora do desempenho desportivo, classificando a antropometria como o uso da medida no estudo do tamanho, da forma, da proporcionalidade, da composição e maturação do corpo humano.
    Rocha (1995) de forma simples define composição corporal, como a divisão do corpo em componentes que o constitui.
    Anjos (1992) relata que há pelo menos duas décadas surgiu como forma de interrelacionar à estatura em metros e o peso em quilogramas o termo índice de massa corporal (IMC), sendo este parâmetro o de melhor correlação entre estatura e massa corporal.
    Atualmente a composição corporal vem sendo analisada através de medidas antropométricas como estatura, massa corporal, dobras cutâneas, diâmetros e perímetro, dados estes que são utilizados para prescrição de treinamentos e para avaliação e identificação de características especificas relacionadas a determinados indivíduos e suas praticas desportivas (FONSECA ET AL, 2004).
    Cyrino et al (2002) propõe que a prescrição de programas de treinamento para atletas de jogos coletivos e principalmente o futebol, requer o conhecimento sobre a especificidade de cada um deles. Dessa forma os dados sobre a composição corporal são imprescindíveis para caracterização das exigências especificas de cada atleta, para que através do treinamento especifico se potencialize o desempenho final.
    As exigências e estímulos físicos específicos podem resultar em diferentes adaptações no que se diz respeito à composição corporal, nesse sentido Prado et al (2006) sugere que as ações, assim como o gasto energético são variáveis de acordo com as posições dos jogadores em campo e padrões táticos da equipe, com isso a intensidade e sobrecarga impostas aos atletas são de diferentes níveis, resultando em adaptações fisiológicas distintas, assim como na composição corporal.
    Peres (1996) acrescenta que no futebol as exigências físicas que ocorrem durante as partidas, e as características morfológicas de cada jogador são especificas e diferenciadas em relação às suas posições e funções em campo. A manutenção e avaliação da composição corporal se faz essencial para o sucesso de uma equipe não em apenas um jogo, mas por toda temporada.
    Estudos realizados por Fonseca et al (2004) mostram diferenças nas características antropométricas e na composição corporal de jogadores que atuam em distintas posições no futebol.
    Quando avaliadas as estaturas o grupo de zagueiros alcançou a maior media com 1,82 metros, seguidos pelos atacantes 1,76 metros, laterais 1,74 metros, e meio-campistas 1,72 metros.
    Na avaliação de massa corporal os zagueiros obtiveram valores de 80,2 kg, os laterais, meio-campistas e atacantes obtiveram médias mais baixas com valores respectivos de 70,1 kg, 69,1 kg, 69,1 Kg.
    Ao analisar o somatório de dobras cutâneas Fonseca et al (2004) observou que os laterais atingiram médias de 74,8 muito abaixo dos demais grupos, zagueiros (91, 6), meio-campistas (89,4) e atacantes (83,7). Na análise do peso hidrostático os laterais atingiram 4,058 Kg, enquanto os zagueiros alcançaram 4,674 kg, os meio-campista 4,140Kg, e os atacantes 4,260Kg.
    No mesmo estudo foram analisados perímetros de tórax, em que o grupo de zagueiros apresenta média de 93,2 cm, as demais posições não apresentaram diferenças significativas ficando com médias em torno de 90,5 cm. Semelhantemente quando observados os valores médio das medidas do perímetro de antebraço todos os grupos de jogadores obtiveram cerca de 26,3 cm, exceto o grupo de zagueiros alcançando 28,4 cm.
    Em pesquisa direcionada para as distintas características desenvolvidas por jogadores de diferentes posições, mediante a evolução tática do futebol Prado et al (2006) obtêm valores relacionados aos dados antropométricos e de composição corporal:

Conclusão
    Com base nos dados pesquisados podemos concluir que jogadores de futebol de variadas posições e funções em campo, possuem diferentes características físicas, além de apresentarem níveis de condicionamento distintos em capacidade aeróbia e composição corporal interferindo assim no su posicionamento dentro de campo.
    Tais diferenças são possivelmente decorrentes das exigências de cada função, e dos estímulos e sobrecargas sofridos durante os jogos, treinamentos e vida esportiva, tendo em vista que as características dos jogadores estão intimamente ligadas à suas ações em campo.
    Embora as pesquisas no futebol, como preparação física, tática e técnica  no futebol venha evoluindo cada vez mais, acredita-se que este trabalho pode motivar as pesquisas e a aplicação de treinamentos específicos para jogadores de cada posição no futebol, levando em consideração suas funções durante os jogos, buscando então um maior aperfeiçoamento físico, psicológico, técnico e tático para o aumento do rendimento “performance” de cada atleta, cada setor do campo e posicionamento de cada equipe.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Praticar Exercícios Físicos


Usando roupas adequadas
A função da roupa durante o exercício é proporcionar proteção e conforto térmico. Agasalhos que provocam aumento excessivo do suor (sudorese excessiva) devem ser evitados porque provocam desconforto e desidratação, não exercendo nenhum efeito positivo sobre a perda de peso.

Hidratando-se adequadamente
Deve-se ingerir líquidos antes, durante e depois de exercícios. A perda excessiva de líquidos e a desidratação constituem a principal causa de mal-estar durante o exercício. Principalmente se for se exercitar por mais de 1(uma) hora.

Sentindo bem-estar
Escolha a modalidade e sobretudo a intensidade de exercício que traga prazer e boa tolerância. Ao fazer exercícios prolongados ajuste a intensidade que permita sua comunicação verbal sem que a respiração ofegante prejudique sua fala. Esta é uma forma prática de ajustar uma intensidade adequada. Neste caso o mais seguro seria usar um aparelho ou relógio para controlar seus batimentos cardíacos em áreas de treinamento mais confortáveis e buscar a orientação de um excelente profissional.

Consultando seu Personal Trainer e Seu Médico
Qualquer dúvida ou desconforto procure orientação profissional. Realizar uma avaliação física para elaboração de um programa de treinamento será uma atitude de grande utilidade prática. Não se deixe levar por propagandas muitas vezes enganosas prometendo resultados milagrosos com outros recursos recomendados para substituir os benefícios do exercício ativo.

“A atividade física regular e realizada com prazer é um recurso insubstituível na promoção de saúde e qualidade de vida, ou seja, mais prazer e satisfação em viver aumentando o nível de performance e evitando problemas de estresse, doenças e lesões indesejáveis.”